Universo LED

Universo LED

terça-feira, 28 de julho de 2015

Fita LED serve pra tudo!

Bares, discotecas, lojas de games... A fita LED colorida tem um histórico curioso, sempre sendo utilizada para iluminar pontos específicos de ambientes mais "descolados", mas porque não levar estes mesmos pontos de luz sutis e coloridos para dentro de casa?

O pessoal do escritório de arquitetura italiano "Officinaleonardo" colocou esse pensamento em prática no projeto "39-7 House", incorporando num mesmo ambiente, móveis adaptáveis, paredes também adaptáveis (sim, as paredes podem mudar de lugar) e também fitas LED coloridas, que agrega de forma sutil, um ar high tech, e sereno.

Aproveite essa inspiração e entre em contato com nossa equipe de vendas para conversar melhor sobre essas fitas incríveis.

DICA: Nesse mês de julho, as fitas LED coloridas estão em promoção!

Acesse:https://www.universoled.com/



Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, 23 de julho de 2015

A tecnologia LED é a melhor opção... Até debaixo d'água.

Imagine um restaurante, nas Maldivas, localizado num resort paradisíaco.... Só isso já estaria ótimo, mas fica  ainda melhor quando este restaurante em questão existe e fica seis metros abaixo do nível do mar.

Uma arquitetura trabalhada primorosamente, trazendo ao cliente uma experiência única, permite que além do espaço, o mar em si seja admirado através das janelas.

Projetos dessa dimensão, são extremamente planejados, e claro, que a tecnologia LED não poderia ficar de fora, como é possível perceber pelas fotos, fitas LED foram utilizadas no bar para trazer um ar mais leve e despojado ao espaço.

Acesse nosso site, confira nossa linha de fitas e inspire-se para seus projetos.


Fonte: My Modern Met 




domingo, 16 de outubro de 2011

Semana Sebrae de Tecnologia e Inovação debate eficiência energética e sustentabilidade

Começa, na próxima segunda-feira, dia 17, em todo o Brasil, a Semana Sebrae de Tecnologia e Inovação, evento voltado para micro e pequenas empresas e que terá como tema "Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de risco". O evento pretende mostrar também como esse conhecimento pode ser usado em benefício das micro e pequenas empresas e no desenvolvimento do país. Serão feiras de ciência, oficinas, seminários e várias outras atividades organizadas em parceria com governos estaduais, municipais, instituições de ensino e pesquisa e comunidade. Este ano, o evento contará ainda com uma agenda para o segmento empresarial de pequeno porte abordando os seguintes eixos: Energia, Resíduos e Sustentabilidade.


A semana contará com diversas atividades. No dia 17 de outubro acontece a exposição de eficiência energética e bioclimática "Ilha SEBRAETEC - Serviços Tecnológicos e Expositores" no Galpão Cidadania, e diversos seminários com temas como “Eficiência Energética nas Micro e Pequenas Empresas e o Apoio do SEBRAE para sua Implementação”, com o Diretor Técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos; "Práticas Sustentáveis para Micro e Pequenas Empresas”, com o ator Marcos Palmeira e “Mudanças Climáticas, Economia Verde e Resíduos – O impacto nas Micro e Pequenas Empresas”, com o jornalista André Trigueiro.


No dia 18 de outubro, começa o seminário "Eficiência Energética em Edificações: Oportunidades para aplicação na pequena empresa" que pretende debater as melhores formas e práticas para se trabalhar os conceitos de arquitetura bioclimática nas micro e pequenas empresas com vistas a auferir ganhos de eficiência energética e conforto ambiental nesse segmento, e ampliar o mercado de atuação dos profissionais da construção civil. O seminário será dividido em três dias, terminando na sexta-feira, dia 21 de outubro.


Além disso, o evento conta ainda com workshop, consultoria coletiva, show room tecnológico, capacitação de agentes locais e visita técnica ao Parque Tecnológico da UFRJ, Incubadora de Empresas da COPPE e as Construções Sustentáveis do IVIG/COPPE.

Fonte: Procel Info - 14.10.2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

06.10.11
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Eficiência Energética: norma em pauta


Fonte: Agência Ambiente Energia - 06.10.2011
Brasil - O Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) liderou uma comissão de estudos junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para criar uma nova norma brasileira, que associa o dimensionamento elétrico das edificações à economia de energia e redução das emissões de CO2. A norma será aplicável em todas as instalações de baixa e média tensão e também para as redes de transmissão e distribuição de energia.

A norma NBR 15920:2011, lançada esta semana em evento destinado a projetistas na terça-feira em São Paulo, é fruto de um trabalho do Procobre para que o redimensionamento da seção (diâmetro) do cabo elétrico promova uma menor perda de energia, reduzindo assim o consumo e, por consequência, o preço da conta de luz, além de diminuir a emissão de gases do efeito estufa.

A nova NBR também serviu de base para o desenvolvimento de um software que dimensiona os circuitos elétricos das edificações levando em conta aspectos de economia de energia e os efeitos positivos para o meio ambiente. De acordo com o engenheiro eletricista e consultor do Procobre, Hilton Moreno, responsável pelo software e também pela elaboração do manual “Dimensionamento Econômico e Ambiental de Condutores Elétricos”, as emissões de CO2 mais significativas em um sistema elétrico ocorrem quando os condutores estão sendo utilizados no transporte de energia elétrica. Apenas um circuito elétrico, sob certas más condições, pode ser responsável pela emissão indireta de milhares de quilos de CO2 na atmosfera no decorrer de alguns anos.

Além do software, o manual traz os critérios de dimensionamento econômico para todos os tipos de instalação elétrica de baixa tensão, tanto prediais ou comerciais quanto industriais ou nas redes públicas de distribuição de energia.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Janela inteligente ajuda na economia de energia


Cientistas sul-coreanos tiveram uma grande ideia para economizar energia elétrica em grandes arranha-céus envidraçados: criaram uma janela que alterna entre modo verão e inverno para reduzir o consumo de energia elétrica no edifício.

A ideia é que o vidro escureça quando a temperatura fora do prédio for alta. E quando estiver frio, o vidro se torna transparente. Desta forma, dentro do edifício, não será preciso exagerar na dose de ar-condicionado nem fazer com que o aquecedor trabalhe em tempo integral.
Em dia de muito calor, o vidro reflete boa parte da luz solar que, de outra forma, incidiria diretamente no ambiente interno. Em dias frios, os vidros escuros absorvem o mais que puderem da luz solar para manter o interior aquecido.

Conceitos similares já existem no mercado, mas os sul-coreanos afirmam que a vantagem dessa janela é que ela é capaz de fazer a mudança entre escuro e claro quase que instantaneamente, favorecendo assim maior eficiência na economia de energia. E, além disso, a janela dos sul-coreanos não precisa de equipamentos externos para o controle, ela é capaz de alternar entre claridade e escuridão sozinha.

Como funciona

Ho Sun Lim, Jeong Ho Cho e Jooyong Kim foram os pesquisadores que lideraram o projeto. Eles usaram polímeros especiais, cátions e ânions (são íons positivos ou negativos) e solventes, como o metanol. O resultado foi um vidro muito mais barato de produzir e menos tóxico do que as opções atuais. E, de quebra, com a vantagem de mudar de estado 100% claro a 100% escuro em questão de segundos.
Ao jornal sul-coreano ACS Nano, o time de cientistas afirmou que “esta tecnologia pode ajudar na economia de energia em casas, oferecendo uma nova opção no controle de luz e calor que entra no ambiente”.

http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/09/janela-inteligente-ajuda-na-economia-de-energia.html
28/09/2011 14h11 - Atualizado em 28/09/2011 14h11

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mais luz, mais segurança

No dia 27 de maio, a prefeitura de Curitiba abre licitação para a escolha da empresa que ficará responsável por criar o Plano Diretor de Iluminação Pública com validade para os próximos 20 anos. O edital com as diretrizes da concorrência foi publicado na semana passada no site do Ins­tituto de Pesquisa e Plane­­jamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Na mesma semana, a prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do estado, começou o projeto Luz e Limpeza nas favelas pacificadas, como a Cidade de Deus, onde já foram instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). O projeto também será implantado em alguns bairros nobres da capital fluminense, como Ipanema – uma retomada após um apagão de um ano em investimentos na iluminação da cidade.

“O projeto acompanha o movimento da experiência bem-sucedida da segurança pública na cidade do Rio de Janeiro com a im­­plantação das UPPs”, afirma o se­­cretário municipal de Conserva­ção e Recursos Pú­­blicos da capital fluminense, Carlos Roberto Osorio. “Levaremos, em pacotes, os serviços de que as comunidades que antes viviam à margem da cidade formal precisam. Os serviços chegavam de forma precária por causa da violência e da dificuldade de acesso”, diz.

A favela da zona oeste da cidade, que foi a primeira a ter uma UPP implantada, receberá um investimento de R$ 1,9 milhão, com novos pontos de iluminação e lâmpadas 40% mais eficientes que as atuais, atendendo a um pedido antigo da comunidade. “A Cidade de Deus está em paz, mas o restante está péssimo. Nossas ruas estão muito escuras, algumas vezes iluminadas só pelo comércio, temos esgoto a céu aberto e um posto de saúde que está pronto, mas ainda não foi inaugurado”, descreve o presidente da Associação de Moradores União Comunitária Cidade de Deus (Amunicom), José Neves. O morro da Babilônia e o Chapéu Mangueira, no Leme, também na zona sul do Rio, serão as próximas comunidades a ter a iluminação revitalizada.

Retomada
O projeto Luz e Limpeza faz parte de toda uma retomada no planejamento da iluminação pública do Rio de Janeiro feita a partir de muita polêmica e do início de uma nova fonte de recursos: a cobrança da taxa de iluminação pública na conta de luz dos cariocas a partir deste mês de maio. Em novembro de 2008, o Tribunal de Contas do município constatou a falta de investimentos da Com­­panhia Municipal de Energia e Iluminação do Rio de Janeiro (Rioluz) em iluminação e pediu para que esse quadro fosse revertido. Em 2009 não houve nenhum investimento e, em 2010, o projeto Luz e Limpeza foi lançado com apoio na contribuição da população. “O Rio era uma das poucas capitais sem a contribuição da população nesse sentido. Com a cobrança é esperado um aporte da ordem de R$ 120 milhões por ano destinados à manutenção e novos investimentos em iluminação pública”, diz Osorio. A cobrança acontece de acordo com faixas de consumo, vai de R$ 2 a R$ 90 – preço mais elevado que o limite curitibano de contribuição, que é de R$ 40. Por aqui, o pagamento da taxa pública de iluminação é regulamentado pelo Decreto Municipal 63/2007. Aquelas famílias que consomem menos de 100 kWh estão isentas. Todo mês, arrecada-se uma média de R$ 3,9 milhões – R$ 1,7 milhão apenas para cobrir os gastos com energia elétrica dos 135 mil pontos de luz da cidade.
Espelho
Com a revitalização e a retomada do planejamento da iluminação pública, a Rioluz está em busca de um modelo que funcione bem em outras cidades do país. Um deles é o de Curitiba. Na última terça-feira, o chefe de gabinete da companhia veio para conhecer o sistema da capital paranaense.
Em Curitiba não há qualquer plano conjunto com a Secretaria de Estado de Segurança Pública para iluminar as áreas mais perigosas da cidade, mas a estratégia tem sido focar as áreas de maior aglomeração de pessoas para melhorar a sensação de segurança – diretriz que continuará no plano diretor. “Chegamos a essa estratégia por experiência própria e conversa com diretores de iluminação de outras cidades. Concen­tramos o trabalho em grandes vias, praças e prédios públicos, como escolas, unidades de saúde e estações de ônibus”, explica o diretor do Departamento de Iluminação Pública da Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP), Ivan Martins. Recente­men­te, o calçadão da Rua XV de Novembro teve as lâmpadas de sódio substituídas por outras de vapor metálico, que têm um índice de reprodução de cores melhor e, portanto, ajudam a melhorar a identificação das imagens captadas pelas câmeras da Guarda Municipal. O Largo da Ordem também passou por uma revitalização, mas com um olhar um pouco diferente. “Optamos por lâmpadas de tom amarelado, que dão aquele ar de nostalgia, importante para estimular o turismo noturno no Centro Histórico da cidade”. A próxima área a ter a iluminação modernizada será a praça da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no início da Rua Ubaldino do Amaral, no Alto da Glória.
Para a professora do curso de Arquitetura e Urbanismo e pesquisadora do programa de pós-graduação em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Letícia Peret Antunes Hardt, uma iluminação bem planejada cria mais sensação de segurança e ajuda, efetivamente, no combate ao criminoso oportunista. “Ao planejar bem a iluminação de rua ou praça, acaba-se com as regiões de penumbra que favorecem a ação de bandidos.”
Estigma
Para o professor do Centro de Es­­tu­­dos em Segurança Pública e Di­­reitos Humanos da Universida­de Federal do Paraná, Pedro Bo­­dê, não só a iluminação pública bem planejada, mas o atendimento completo à população, com todos os serviços, é que tem impacto na diminuição da violência urbana. Ações que enfatizam determinadas áreas da cidade não resolveriam a questão da segurança e ainda poderiam reforçar um estigma de região violenta. Para ele, é isso o que ocorre no Rio de Janeiro com o projeto Luz e Limpeza. “Por que essas ações, esses serviços básicos, têm de chegar sempre acompanhados da polícia? Ações assim servem apenas para criar impacto midiático e reforçar a associação dessas comunidades com a criminalidade.”

Economia de R$ 150 mil/mês

Desde 2006, de acordo com o Departamento de Iluminação Pública da Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP), foram trocadas 50 mil luminárias em toda a capital paranaense. “No fim dos anos 1990, as lâmpadas de vapor de mercúrio já tinham sido trocadas pelas de vapor de sódio, visando uma maior eficiên­­cia energética. Mas, em 2005, fizemos um diagnóstico da iluminação da cidade e percebemos que tínhamos de trocar as luminárias em si, com poste e reatores antigos, por novas”, explica o diretor do departamento, Ivan Martins. As luminárias antigas tinham 35% de rendimento luminotécnico – de toda a energia produzida, apenas 35% era revertido em luz, efetivamente. “As novas luminárias têm rendimento de 85% a 90%, com estrutura de alumínio polido e capa de policarbonato que protege a lâmpada, resistindo até a tiros de revólver de calibre 22”. Das 4 mil solicitações recebidas mensalmente pela Central 156, uma boa parte é por motivo de consertos de ações de vandalismo – de cada 10 reclamações, 4 são por esse motivo.
Com a troca dessas luminárias e outras ações, a prefeitura de Curitiba tem economizado R$ 150 mil por mês em energia.
Até 2008, a Copel atendeu 148 municípios paranaenses na troca de lâmpadas de mercúrio por outras de sódio, mais eficientes e econômicas, com recursos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esse trabalho foi suspenso porque a Eletrobrás tinha uma iniciativa igual por meio do programa Reluz. Para pedir recursos para modernizar a iluminação por esse programa, as prefeituras têm de apresentar um projeto para a Copel, que avaliará o pedido, recebendo os recursos e fiscalizando sua aplicação para a Eletrobrás.
Foi o que fez a prefeitura de Ponta Grossa neste ano. Com o projeto aprovado e os recursos liberados, a cidade dos Campos Gerais já trocou 25% das lâmpadas de mercúrio por modelos de sódio. “A estimativa é fazer a troca dos 35 mil postes de luz da cidade em 60 a 90 dias, gerando uma economia de cerca de 30% em energia. Em bairros onde a troca já foi feita, como Jardim Paraíso e São Francisco, é visível a diferença”, diz Calixto Ajuz, diretor-presidente da Agência de Fomento Econômico de Ponta Grossa (Afepon), responsável pela fiscalização do trabalho. Segundo a Eletrobrás, R$ 474.620.304,36 já foram investidos na troca de lâmpadas de mercúrio por sódio em vários municípios brasileiros por meio do Reluz.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

Copa do Mundo e Olimpíadas: eventos geram oportunidades para o mercado de iluminação feita com LED

Copa do Mundo e Olimpíadas: eventos geram oportunidades para o mercado de iluminação feita com LED
   
O setor de iluminação está passando por um período de grandes transformações.
O que tem chamado mais atenção é que os governos dos vários estados brasileiros vem demonstrando que a aplicação da iluminação com LEDs tem gerado uma economia de energia considerável nos cofres públicos, além do custo excessivo com manutenção.
Segundo a International Energy Agency (IEA), 19% da energia utilizada no mundo é voltada para a iluminação, enquanto que na América Latina esta porcentagem aumenta para 24%.
O que demonstra que somos menos eficientes.
Com a aproximação de dois grandes eventos, a Copa do Mundo e Olimpíadas, vislumbra-se uma projeção ainda maior de consumo.
A iluminação dos ginásios e estádios, além de toda a infra-estrutura que os rodeiam, como hotéis, restaurantes, aeroportos e etc.
As lâmpadas com tecnologia LED possuem várias vantagens se comparadas às demais, se destacando em relação ao apelo ecológico, com menor impacto ambiental.
Elas possuem melhor reprodução de cores, não emitem raios ultravioleta e infravermelhos, propagam menos calor e, consequentemente, atrai menor quantidade de insetos.
Apresentam boa eficiência e maior vida útil, estimada em aproximadamente 50 mil horas de funcionamento.
As lâmpadas de vapor de sódio, as mais utilizadas atualmente, duram até 32 mil horas, as de vapor de mercúrio, 12 mil horas, e as de vapor metálico, comuns em fachadas de prédios, 10 mil horas.
Segundo Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), a fabricação do LED hoje é bastante concentrada e passa por escala mundial, mas o custo-benefício do produto já pode viabilizar a produção no país, especialmente no  que se refere à iluminação pública, que necessita de lâmpadas de alta durabilidade.
Com toda esta gama de vantagens obtidas com a iluminação feita por LED, fica mais real a possibilidade de que as trocas sejam realizadas em um prazo menor do que o esperado.
Ao optar por uma iluminação composta unicamente por LEDs, a empresa economizará cerca 50% em energia relativa à iluminação, não precisará trocar lâmpadas por 4 anos, no mínimo, e recuperará seu investimento inicial em menos de 2 anos.
Em diversos edifícios comerciais e residenciais os LEDs já estão substituindo os produtos mais antigos.

http://www.inteligemcia.com.br/47506/2011/09/21/copa-do-mundo-e-olimpiadas-eventos-geram-oportunidades-para-o-mercado-de-iluminacao-feita-com-led-2/